A justificação dos meios e dos fins (ensaio sobre a loucura... ou sobre a simples manha de se fingir...)
Em que medida a loucura pode servir de desculpa para os nossos erros?
Em que medida nos podemos justificar pelas nossas faltas de controle?
Será a loucura uma espécie de escape das responsabilidades da vida? Será um escape da própria ética, moral e razão? Do bom-senso?
Em que medida é que a loucura desculpabiliza as nossas maldades mais cruéis?
Porque temos necessidade de ser cruéis? Porque somos loucos? Ou porque, antes, o facto de nos julgarmos loucos nos serve como base de sustento para cometermos erros... para fazermos mal?
E em que medida um verdadeiro herói se transforma num parvo... porque faz o bem, "sem olhar a quem"?
Porque é que os loucos são tão bem aceites na sociedade (como pessoas que precisam de ser ajudadas mas, contudo, compreendidas), enquanto os parvos são alvo de gozo e escárnio, por tentarem mudar o imutável... por se preocuparem?
Pensem no assunto... Seremos loucos ou parvos? Ou será que os verdadeiros loucos são os que remam contra a maré e os parvos aqueles que se deixam levar pela loucura que ela arrasta consigo?
Ficam as perguntas no ar... que são muitas!

2 Comments:
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Um bocadinho de loucura e parvoíce só faz bem!! (seja lá qual for o seu 'significado') :P
=D
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